Dia 23 de setembro de 2011
Programado uma homenagem à Freddie Mercury na abertura do festival em um dueto virtual com Milton Nascimento. Infelizmente o que aconteceu foi o que chamo de “mico do festival” mostrando nervosismo e falta de ensaio, Milton derrapava na letra e falhas na voz. Passado vexame entram no palco, Titãs e os Paralamas do Sucesso junto com a Orquestra Sinfônica Brasileira, mostrando o verdadeiro rock brasileiro com clássicos como “Óculos”, “Flores”, “Lourinha Bombril” com Maria Gadú e o final com “Meu Erro”. Apesar das falhas de som e o desentrosamento entre bandas e a orquestra.
Programado uma homenagem à Freddie Mercury na abertura do festival em um dueto virtual com Milton Nascimento. Infelizmente o que aconteceu foi o que chamo de “mico do festival” mostrando nervosismo e falta de ensaio, Milton derrapava na letra e falhas na voz. Passado vexame entram no palco, Titãs e os Paralamas do Sucesso junto com a Orquestra Sinfônica Brasileira, mostrando o verdadeiro rock brasileiro com clássicos como “Óculos”, “Flores”, “Lourinha Bombril” com Maria Gadú e o final com “Meu Erro”. Apesar das falhas de som e o desentrosamento entre bandas e a orquestra.
Em seguida, entra Cláudia Leite com seu axé music e fazendo muita gente se perguntar: “O que diabos ela tá fazendo aqui???”. E ainda cometeu um pecado no palco ao cantar “D'yer Maker” do Led Zeppelin. Fazendo um dos jornalistas que estava cobrindo o dia, pendurar na porta do seu camarim, um bilhete: “Nunca mais toque Led Zeppelin”.
Assim temos a primeira atração internacional do dia, Katy Perry. Mostrando simpatia e um cenário de palco cheio de pirulitos. Ela consegue cativar com canções como “I Kissed the Girl”, onde ela chama um rapaz na multidão para beijá-la; “Hot and Cold” “E.T.” e “Firework”. Com a missão cumprida, diz um “Obrigado” ao se despedir.
Agora é a vez, de sir Elton John tocar seus maiores hits da carreira como “Saturday Night’s Alright For Fighting”, “I Still Standing”, “Rocket Man” e “Bennie & The Jets”. Fazendo um show correto encerrado com “Crocodile Rock” em meio a gritos chamando Rihanna. Injusto pois houve uma alteração de última hora na ordem das apresentações, Sendo que era para ele encerrar a noite.
Depois de mais de uma hora e meia de espera, entra Rihanna com “Only Girl (in the World)” em meio algumas vaias devido ao atraso. Tocando os seus hits como “S&M”, “Please Don’t Stop the Music” e o encerramento com “Love The Way You Lie” e “Umbrella”. Apesar do carisma, Rihanna se mostrou preguiçosa no palco se resumindo alguns passos de dança e gestos mais insinuantes como um tapa no bumbum.
Dia 24 de setembro de 2011
Entra às 19hs, o Nx Zero, sem maiores comentários. Logo após temos o Stone Sour, em meio à chuva torrencial. Projeto do vocalista Corey Taylor do Slipknot, onde temos um rock mais encorpado e de pegada que se assemelha com Velvet Revolver e Alter Bridge. Em seguida vem o Capital Inicial, que graças ao carisma de seu vocalista Dinho Ouro-Preto que se sustenta também com os hits “Indepedência”, “Natasha”, “Primeiros Erros”, “Quatro Vezes Vc” e “Veraneio Vascaína”.
Entra o Snow Patrol, apesar da qualidade musical e da competência de seus músicos, o público não se empolga. Mesmo com os hits “You’re All I Have”, Take Back The City”, a participação da cantora brasileira Mariana Aydar em “Set the Fire to Third Bar” e o encerramento com “Open Your Eyes”.
Depois de uma hora de atraso, entra Red Hot Chili Peppers, com “Monarchy of Roses”, do último álbum “I’m With You”. Seguida de “Can’t Stop”, “Other Side” e “Dani Califórnia”. É neste show que vemos o substituto de John Frusciante, Josh Klinghoffer. Mostrando certo nervosismo e querendo dizer a que veio, derrapa um pouco em “Under the Bridge”. Mas exibe empenho ao acompanhar Flea e Chad Smith nas músicas. O encerramento do show é prestado uma homenagem ao filho da atriz Cissa Guimarães que entregou aos membros da banda, camisetas estampadas com o rosto dele e por ser seu aniversário e fã da banda, ao som de “Blood Sugar Sex Magik” e “Give it Away”.
Dia 25 de setembro de 2011
19hs: Glória, não tenho nada a dizer. Seguido do Coheed and Cambria, a surpresa do dia. Mostrando atitude e pegada nos riffs de guitarra e nas batidas do baixo e bateria. Eles fazem parte da nova geração do heavy metal americano junto com o Mastodon.
E finalmente, ROCK’N’ROLL!!! Sobe ao palco, Motörhead, com “Iron Fist” tocada no mais alto volume seguida de “Stay Clean” e dos clássicos “Metropolis”, “Over The Top”, “Going To Brazil” e o encerramento com “Aces of Spades” e “Overkill” com Andréas Kisser, guitarrista do Sepultura. E o show de rock-terror do Slipknot entra em cena com “Eyeless”, “Wait & Bleed”, “Before I Forget” e mostrando pirotecnia no palco e a interatividade da banda com o público fica evidente com “Pulse of the Maggots” , “Psychosocial”, “Duality” e “Spit it Out”, onde todos se agacham a pedido do vocalista Corey Taylor e quando ele gritar todos devem pular o mais alto possível e é prontamente atendido. O final apoteótico com “People = Shit” e “Surfacing”, com direito a giro de 360º grau da bateria.
E é a hora da banda mais esperada da noite, Metallica. Já entra matando com “Creepin’ Death”, From Whom The Bells Thoms” e “Fuel”. Apostando em um repertório de clássicos como “Fade to Black”, “Sad But True”, “Welcome Home (Sanitarium)” a banda já ganha o público. Com fogos de artifício e sons de metralhadoras, é a deixa para “One”, seguida de “Máster of Puppets”, “Nothing Else Matters” e “Enter Sandman”. Para a fechar a noite com chave de ouro temos “Am I Evil?”, “Whiplash” e “Seek & Destroy”.
Bacana o resumo, Cyrão. Só uma coisa: bem que poderia ser verdade; 25/9/1991...Acho que vc se enganou. abraços
ResponderExcluirObrigado, Claudião. Valeu pelo toque. Abs ...
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