Pular para o conteúdo principal

Finalmente temos a versão oficial do documentário "PAUL McCARTNEY & WINGS: ONE HAND CLAPPING"

O eterno beatle, sir Paul McCartney, está voltando ao Brasil para novos shows no próximo de mês de outubro da turnê “Got Back” em São Paulo e Santa Catarina. Enquanto isso temos o documentário “Paul McCartney & Wings: One Hand Clapping (2024)”, um especial de TV gravado em 1974 até então inédito. Remasterizado em 4K, vemos a nova formação da banda Wings que além de Paul, temos sua esposa Linda McCartney e o guitarrista Denny Laine, ganharam a presença dos jovens Jimmy MCulloch na guitarra e Geoff Britton na batera. Gravado nos estúdios Abbey Road por David Litchfield.

Aqui temos a retomada de Paul ao lado de uma banda e como o próprio diz que sentia falta de trabalhar com outras pessoas. Mesmo satisfeito em fazer tudo sozinho desde o fim dos Beatles. Isso é exemplificado nos discos “McCartney (1970)” e “RAM (1971)”, este em parceria com Linda. Ele comenta a alegria de voltar ao dividir as responsabilidades e que já era tempo para os Wings deslancharem. Isso graças ao sucesso de “Band on the Run (1973)”. Eles estavam se preparando para uma turnê e ouvimos a versão arrasa-quarteirão de, "Live and Let Die” com orquestra regida por Del Newman e os metais liderados por Howie Casey. Somado aos depoimentos de McCulloch e Britton falam a emoção de tocarem no Wings e a oportunidade de mostrarem seu talento.

Foram recuperadas imagens gravadas nos fundos dos estúdios Abbey Road. A pedido de Paul, ao melhor estilo voz e violão, foi chamado “The Backyard”. Com introdução do próprio nos dias de hoje, ouvimos “Blackpool”, em seu primeiro registro oficial; “Twenty Flight Rock” de Eddi Cochran que muitos dizem que foi a primeira canção que Paul & John tocaram juntos e “Peggy Sue” de Budy Holly. O documentário serve como um tributo à memoria de Linda, Denny e Jimmy. Sendo um ótimo aperitivo para as apresentações em outubro próximo.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

O Drama Visceral "SE EU TIVESSE PERNAS, EU TE CHUTARIA"

O que acontece quando estamos no nosso limite físico e mental? Por exemplo, sua filha não está se alimentando direito, sendo necessário uma bolsa para poder sobreviver. Além de se cuidar e dar atenção para outras pessoas. No caso, ela é uma psicoterapeuta; somada a distância do marido, que trabalha fora do país. Sem contar os imprevistos, o apartamento que a família aluga, é inundado. Já que o vizinho do andar de cima, o cano da água estourou. Uma situação que pode levar qualquer um à loucura. É assim que conhecemos Linda, vivida por Rose Byrne (“ Missão Madrinha de Casamento , 2011”). Ela lidera o elenco do drama “ Se Eu Tivesse Pernas , Te Chutaria ( If I Had Legs I’d Kick You , 2025) ”. Escrito e dirigido por Mary Bronstein , ela nos leva ao caótico cotidiano de Linda. Desde o tratamento da filha ( Delaney Quinn ), que faz uso de uma bolsa para se alimentar. Ela precisa ganhar peso, para poder ingerir comida de verdade. E voltar a ter uma vida normal. Enquanto isso, tenta seguir...

Zendaya & Os "RIVAIS"

Ao contrário do que se pode imaginar, o drama “ Rivais ( Challengers , 2024) ” não é um filme sobre tênis. Apesar do foi visto nos trailers e os vídeos promocionais, o filme discute a relação entre Tashi Duncan e os amigos de infância Art Donaldson e Patrick Zweig. Eles são interpretados pela musa Zendaya , Mike Faist (da refilmagem “ Amor Sublime Amor , 2021”) e Josh O’Connor (o Príncipe Charles da série Netflix “ The Crown ”, 2016 a 2023) respectivamente. Dirigido por Luca Guadagnino de “ Me Chame Pelo Meu Nome (2017)” a partir do roteiro escrito por Justin Kuritzkes . Zendaya é a jovem tenista com futuro promissor. Já os personagens de Mike e Josh almejam ser grandes tenistas.  A princípio, o conto se mostra simples, só que não é.  Tashi é uma mulher ambiciosa, que deseja aproveitar ao máximo seu talento para o esporte. Art e Patrick, tem interesses próprios. O primeiro quer conquistar todos os torneios que participar, já o segundo deseja fama e fortuna. Embora Patric...

FREDDIE MERCURY, Só Pode Haver Um (There Can By Only One)

Se estivesse vivo, Freddie Mercury completaria hoje 65 anos de idade. E em comemoração, está saindo lá fora a última leva de CDS remasterizados que comemoram os 40 anos da sua banda, Queen .  Várias homenagens serão feitas hoje mundo afora. O fã clube oficial na Inglaterra está organizando um evento chamado “ Freddie For A Day ”, onde fãs tiram fotos caracterizados como Freddie e mandam para seu link no facebook.  O que pode ser dito sobre Freddie? O nascimento em Zanzibar. A infância na Índia. O garoto Farrokh Bulsara, que sonhava em chegar ao estrelato como seus ídolos, Liza Minelli e John Lennon. De volta à Inglaterra, por causa dos conflitos no país e adotando o nome artístico “ Freddie Mercury ”. Se formou pela faculdade de artes e design gráfico e lá conheceu Tim Staffell, baixista e vocalista da banda “Smile” do baterista Roger Meddows-Taylor e do guitarrista Brian May .  Com a saída de Staffell, Mercury se torna o vocalista. Faltava um baixista, daí surge ...