Em sua terceira temporada, Rhaenyra (Emma D’arcy) finalmente acende ao Trono de Ferro dos Sete Reinos. Porém, o Alto Septo que ratifica seu reinado, está reticente. Já que não existem provas da morte de Aegon II (Tom Glynn-Carney). Enquanto isso, ela se prepara para a batalha de Tumbleton. Morada dos Hightower, agora liderados por Ormud (James Norton). Mesmo sem ser ungida, Rhaenuyra se aproxima do povo em King’s Landing. Já que o antigo mestre das moedas faleceu e levou consigo o segredo de onde todo o tesouro do reino está escondido. Oferecendo comida e acalantando seus corações, pois irá protege-los.
Ela convoca seu esposo Daemon (Matt Smith) para estar à frente do ataque à Tumbleton. Mas antes ele deve encontrar quem matou seu filho Jacaerys Velaryon (Harry Collet) durante o confronto da Goela. Ele sabe que foi responsável. Indiretamente sua filha Rhaena Targaryen (Phoebe Campbell), que conseguiu montar o dragão indomável Roubovelha. Assim está foragida e com Daemon tentando reparar seus erros como pai. Em meio a isso, Aegon está em fuga com o auxílio de Larys Strong (Matthew Needham). Mas ele alimenta a vingança dentro de si contra o irmão Aemond (Ewan Mitchell). Já este refugiado em Harrental.
Sendo cuidado por Alys Rivers (Gayle Rankin). A partir destes arcos temos o mote da terceira temporada. Que foram introduzidos na segunda. Para saber mais no link: https://cyroay72.blogspot.com/2024/08/a-segunda-temporada-de-casa-do-dragao.html. Agora temos Rhaenyra saindo do cenário como vítima das intenções de seu pai Vicerys (Paddy Considine) para sucessão do trono. Já que foi preterida, por causa da profecia que o Trono de Ferro não pode ser ocupado por uma mulher. Agora a frente dos Sete Reinos, ela está no papel que sempre desejou. Uma rainha justa e conciliadora. Só que com o passar do tempo, os percalços são maiores do que imaginava. Aliados se tornam inimigos e aqueles que chama de família, podem lhe virar as costas.
Como seu conselheiro, a mão Corys Velaryon (Steve Toussaint). Este lhe pediu para reconhecer seu filho bastardo Aly de Casco (Abubakar Salim) como primogênito. E um dos possíveis herdeiros ao trono. Ela não lhe oferece o que foi pedido. Emma aproveita o momento para exibir a resiliência da personagem. Bondosa diante do povo e implacável contra aqueles que desejam sua morte. Entre eles, os irmãos Aegon e Aemond. Eles têm seu momento para o acerto de contas. Já que o segundo atentou contra a vida do primeiro. Seu dragão Sunfyre se recuperou dos ferimentos impingidos por Vhagar.
O dragão de Aemond está desaparecido. Aegon o perdoa e lhe propõe acha-lo. Para juntos, destruírem o reinado de Rhaenyra e reassumir seu lugar no Trono de Ferro. O destaque fica para James Norton como o vilão da vez. Suas artimanhas conseguem enganar até Daemon. O que inclui o Daeron Targaryen (Benjamin Evan Ainsworth), sendo nomeado como cavalheiro e verdadeiro regente dos Sete Reinos, e seu primo Gwayne Hightower (Freddie Fox). Sem esquecer o jeito esnobe característico da família. E o Lorde Comandante Criston Cole (Fabian Frankel) tem seu desfecho como todo guerreiro imagina.
Apesar da pequena participação, Olivia Cooke como Alicent Hightower consegue dar seu recado. Absorver os pecados do filho Aemond e tentando esconder a gravidez de Helaena (Phia Saban). Já ela tem o dom da premonição, faz com Rhaenyra a use para saber mais sobre seu futuro. Quem for um espectador mais atento, vai perceber a abertura da série é uma colcha de retalhos. Exatamente a mesma confeccionada por Helaena no decorrer do seriado. Na última cena do episodio final (“The Treasons of Tumbleton”), Rhaenyra a tem em mãos e se veja sentada no Trono de Ferro, envolto de sangue e fogo. Um prenuncio para “A Dança dos Dragões” em sua quarta e derradeira temporada.

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