Desde que estreou em 2022, “A Casa do Dragão” elevou a expectativa dos fãs da série original “Game of Thrones”, que se encerrou em 2019, após oito impactantes temporadas. Comentamos no link: https://cyroay72.blogspot.com/2019/05/a-guerra-pelo-trono-em-game-of-thrones.html. Seu final dividiu opiniões. A serie spin-off que conta os eventos em que os Targaryen reinavam sobre os Sete Reinos e o início da queda deles no Trono de Ferro. O conflito entre Viserys (Paddy Considine) e o irmão Daemon (o Doutor Who Matt Smith). Já que o segundo não aceita que a filha de Viserys, Rhaenyra (Milly Alcock e mais adulta, Emma D’arcy), seja a legitima herdeira do trono. Além da união dele com a melhor amiga e confidente da filha, Alicent (Emily Carey e mais tarde Olivia Cooke). Com quem teve Aegon (Ty Tennant / Tom Glynn-Carney) e Aemond (Leo Ashton / Ewan Mitchell) Targaryen. Por isso, as duas se afastam. Rhaenyra se une a Laenor Valeryon (Theo Nate) e tiveram Jacerys (Leo Hart / Harry Collet) e Lucerys “Luke” (Harvey Sadler / Elliott Grihault) Valeryon. O começo do conflito familiar.
Para saber mais no link: https://cyroay72.blogspot.com/2022/10/a-primeira-temporada-de-casa-do-dragao.html. Passados dois anos, estreou a segunda temporada de “A Casa de Dragão (House of Dragon, 2024)”. A esperada guerra dos dragões está por vir e o que temos são arcos que mostram como uma família facilmente se corrompe pela sensação de poder como dominantes. No caso, Aemond (Mitchell) que enxerga uma oportunidade de ascender ao trono. Já Daemon (Smith) abandona Rhaenyra (D’arcy) para alcançar seus objetivos de conquista, sem seu auxilio como haviam combinado. E a segunda se questionando ao reclamar pelo seu direito ao trono, de acordo com o desejo do pai. E seguir seus preceitos de paz e manter os Sete Reinos unidos.
Em meio a isso, Alicent (Cooke) percebe que pode ter entendido errado o pedido de Viserys (Considine) no seu leito de morte, sobre quem seria seu sucessor. Já que as ações de Aegon beiram a insanidade. Ele age como um tresloucado regente, embebido pelo poder. Não se preocupando com o povo, que o enxerga como egocêntrico e fraco. Já Aemond é seu braço forte. Implacável com seus inimigos e que fique no seu caminho. Onde prepara um ataque contra Rhaenyra, que busca por aliados. E ciente que Daemon está distante, com planos de clamar para si o trono. Os dois protagonizam os momentos mais intensos desta temporada. Enquanto o sobrinho surge como um oponente a altura, o tio começa a ter visões e delírios em seu exilio em Harrenhal (Riverlands).
Que inclui conversas com o irmão Viserys, confirmando seu desejo pela coroa. Ambos se mostram agentes do caos, deixando bem claro que seu reinado será baseado no medo. Tendo os dragões como forma de intimação. Como num tabuleiro de xadrez, as peças se movem estrategicamente. Rhaenyra, com o auxílio de Jacerys, vai atrás de bastardos com sangue Targaryen (Se você lembrou de Jon Snow, não foi o único). Para montarem Syrax, Vermithor e Silverwing na Pedra do Dragão, para a luta final contra Aemond. Já que este usurpou o trono do irmão, ao ataca-lo e colocar a culpa em Rhaenys (Evy Best) e o dragão dela, Meleys. Como é de praxe da saga, sua morte impacta a todos.
Uma perda inestimável que exibe toda crueldade sem coração de Aemond montando Vhagar. O episódio final “The Queen Who Ever Was”, temos uma previa do que podemos esperar para próxima temporada. Com a tentativa de Alicent para uma tregua entre elas. Somada à visão de Daemon sobre seu futuro e dos Sete Reinos ao tocar a Árvore-Coração, através da bruxa Alys (Gayle Rankin). Confirmando uma teoria dos fãs sobre o corvo de três olhos. Ele é o lorde Brynden Rivers, também chamado “o corvo de sangue”. Por causa da marca de nascença vermelha na sua bochecha.
Na série, ele é feito por Joshua Ben-Tovin. Uma conexão direta com Bran Stank, que antes dos eventos que o levaram ao reinado dos Sete Reinos, era conhecido como Brynden. Além disso, visualiza a morte dos dragões no campo de batalha e um White-walker com seu exército de morto vivo no ataque noturno à Westeros no tenso embate chamado “A Longa Noite” na última temporada de GoT. Sim, é o Rei da Noite. A conexão final com os ovos dos dragões de Daenerys e ao fundo, sua silhueta com três ainda filhotes em meio às chamas.
E o momento que Daemon tem a certeza que só faz parte de uma história que ainda está longe de terminar. Vê Rhaenyra sentada no Trono de Ferro e ratificado por Haelena (Phia Saban). Lhe diz que está ciente do seu papel no conto. Entendendo quem realmente vai unir os Sete Reinos. É sua sobrinha / esposa, por ser a protetora e a primeira de seu nome. Enquanto isso, os exércitos se dirigem à Harrenhal para a batalha final. O de Aemond, liderado por Criston Cole (Fabien Frankel). Que além da guarda do rei, assume o posto de conselheiro, a Mão. Este mostrou sua verdadeira faceta, ao ludibriar a todos para tomar o posto de sir Otto Hightower (Rhys Ifans), avó de Aegon e Aemond, e pai de Alicent. Já este surge numa masmorra, explicando seu sumiço desde o começo da temporada.


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