No último dia 17 de março, as redes sociais foi impactada com o teaser trailer da terceira parte, que encerra a saga “Duna” de Denis Villeneuve. Adaptação dos contos de Frank Herbert, que nos trouxe em 2021 (https://cyroay72.blogspot.com/2021/10/duna-2021-por-denis-villeneuve.html) e em 2024 (https://cyroay72.blogspot.com/2024/03/o-poder-do-deserto-em-duna-parte-dois.html). Assim como a saga do Anel de J.R.R. Tolkien, ela é rica em detalhes. O cineasta franco-canadense sabiamente a dividiu em duas partes Além das batalhas épicas, o lado político da trama é um dos principais atrativos. A ascensão do jovem Paul Atreides, interpretado por Timmothée Chalamet, como "O Escolhido" para ser o líder supremo do Imperium. Agora em “Duna Parte III”, que estreia em 17 de dezembro deste ano, a expectativa só aumenta.
Ainda mais, com o cântico Fremen de guerra que é ouvido nos dois minutos e vinte sete segundos de duração do
trailer. Muitos se questionavam se era ou não Chalamet. Até que o próprio compositor Hans Zimmer confirmou a informação. Aqui seu trabalho se destaca,
pois é impossível não associar sua música com a trilogia. Uma trilha sonora
imersiva que conecta o espectador ao que está vendo na tela grande do cinema.
Como se estivéssemos dentro da película, em meio à jornada de Paul, ao lado de Chani (Zendaya). Acompanhando
de perto as tramoias do Barão Harkonnen (Stellan Skarsgard) e as Benne Gesserit, que suspeitam se
Paul é realmente “O Escolhido”. Enquanto
“Duna
Parte III” não estreia, vamos comentar outros trabalhos de destaque de Zimmer.
Para saber mais sobre sua carreira, no link: https://cyroay72.blogspot.com/2016/03/hans-zimmer-1-compositor-heroico.html. Como a empolgante trilha composta para o filme de corrida, “F1: Formula Um (2025)”. Estrelado por Brad Pitt. Como o galã, o musico acompanhou o campeonato mundial da categoria, para sentir de perto a potência dos carros. Nas suas palavras, dentro de si um misto de medo e coragem ao dirigir uma máquina dessas. Encerrou a jornada de Daniel Craig como o agente com licença para matar em 2021 com “007: Sem Tempo Para Morrer”. Dois trabalhos distintos, o primeiro traz a emoção das pistas. Literalmente dentro do cockpit do carro de Fórmula Um. Enquanto o segundo, marca o fim de uma era. Mesclando perfeitamente suspense e ação com o icônico tema de James Bond.
O início da parceria com Denis com a continuação do cult scifi “Blade Runner: O Caçador de Androides (1982)”, “Blade Runner 2049” em 2017, ao lado de Benjamin Wallfisch. Um misto entre o passado e o futuro incerto, da humanidade com os replicantes. Seu retorno ao mundo dos heróis em quadrinhos com os mutantes X-Men em “Fênix Negra (2019)” e a princesa Diana Gal Gadot em “Mulher-Maravilha: 1984 (2020)”. Como é de praxe, pura aventura. Além de colaborar com Lady GaGa, Lorne Balfe e Harold Faltermeyer em “Top Gun: Maverick (2022)” e compor a música para scifi com consciência social “Resistência (2023)”. Em "Top Gun" revisa o clássico filme dos anos 80 com uma pitada de atualidade. Já "Resistência", possui um tom reflexivo sobre o convívio entre pessoas e robôs com inteligência dotados com emoções humanas.
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