Desde que pendurou o laço magico, a musa Gal Gadot se lançou a novos voos. Foi a Rainha Má na versão live action de “Branca de Neve & Os Sete Anões (2025)” e atuou no drama “In The Hand of Dante (2025)”. E deu tempo na carreira para cuidar da família. Agora retorna no thriller de ação “Corrida Contra O Tempo (The Runner, 2026)”. Ela é a advogada Maia Marten, num dia importante da sua carreira. Cuida do caso contra o mafioso Tommy Boyd. Além de tráfico de drogas, é acusado pelo assassinato brutal de duas jovens. A testemunha Radian Tafa (Phoenix Di Sebastiani) é seu cliente. Este está sob a proteção da força policial de Londres. O que seria um dia corrido (literalmente) para Maia, vai se tornar seu pior pesadelo. Após deixar o filho Noah (Rory Wilmot) na escola, recebe uma ligação. É alertada que Noah foi sequestrado.
A Voz é feita por Damian Lewis. Maia, acho que é um trote. Mas percebe que seu celular foi hackeado e vê o filho em coma induzido. Já que ele é diabético e necessita de medicamentos específicos. Para salva-lo, ela deve seguir suas instruções sem questionar. Caso o faça, Noah será morto. Encontrando a mochila do filho, com um revólver dentro. A Voz lhe diz que ela deve assassinar seu cliente. Já que foi contratado por Boyd. Assim Maia tem que percorrer o percurso até o hotel que Tafa está hospedado. Para mata-lo na frente de todos. Ao mesmo tempo, a Voz questiona Maia sobre sua profissão. Já que foi uma atleta profissional na juventude e largou tudo pela advocacia.
Aí descobrimos mais sobre seu passado. A corrida matinal, não é um hobby. “Corrida Contra O Tempo” ganha novos contornos. Iniciando como thriller de ação pelas ruas de Londres, ganha um ar mais psicológico. Já que os embates entre Maia e a Voz se tornam mais intensos. Dirigido por Kevin McDonald, que realizou “O Último Rei da Escócia (2006)”. Traz à tona como a tecnologia está praticamente dominando o cotidiano das pessoas. Representado pela Voz, um engenhoso hacker que invadiu a intimidade de Maia para poder chantageá-la. Gadot com a desenvoltura física vista como Mulher-Maravilha, passa por cima de tudo e de todos. A claustrofóbica sequencia no metrô de Londres dá o tom do segundo ato do filme. Sem superpoderes, apenas munida da resiliência e o espirito maternal para resgatar Noah.

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