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Milly Alcock é a "SUPERGIRL"

Desde a entrada de James Gunn, a DC resolveu dar um reboot no seu Universo Estendido DC no cinema. Ao lado de Peter Safran, incluindo na empreitada com o novo filme do homem de aço “Superman” em 2025. Com roteiro e direção de Gunn. Reintroduz  Ka-El em uma nova perspectiva. Para saber mais no link: https://cyroay72.blogspot.com/2025/07/a-nova-fase-da-dc-no-cinema-com-james.html. A dupla já havia começado a trabalhar com o filme do grupo de anti-heróis “O Esquadrão Suicida” em 2021 e a série “Pacificador” em 2022. Agora como produtores, nos trazem a película estrelada pela prima de Ka-El / Superman, Kara Zor-El. Mais popularmente conhecida como “Supergirl”. 

Ela é interpretada por Milly Alcock, a jovem Rhaenyra Targaryen de “Casa do Dragão (desde 2022)”. Foi introduzida ao final de “Superman”, ao pegar de volta seu cão, o endiabrado Krypto. De volta à sua realidade de baladas, vai celebrar os vinte e três anos de vida com seu inseparável parceiro. Viajando pela galáxia para comemorar a data. Principalmente, planetas com sol vermelho. Assim pode se embebedar, já que com seu metabolismo não sente o efeito do álcool. Numa de suas paradas, no bar local, conhece a jovem Ruthye Marye Knoll (Eve Ridley). Esta busca sua ajuda para vingar a morte da sua família. O responsável foi Krem (Martthias Schoenaerts), líder dos Bandoleiros.

Uma espécie de gangue de arruaceiros que buscam riquezas pela galáxia. Durante a ação, perdeu sua nave. Krem está atras de uma para sair de lá. Ruthye deseja o auxilio de Kara, esta recusa a oferta. Curando a ressaca, Ruthye retorna. Porém não está sozinha. Krem surge e a rouba. Krypto tenta pega-lo, porem é atingido por um dardo venenoso. Descobre que tem três dias para cura-lo e evitar sua morte. Kara e Ruthye vão atrás de Krem. Este possui o antidoto contra o veneno. Dai o mote inicial de “Supergirl”, baseada na HG “Supergirl: Mulher do Amanhã” de Tom King com arte da brasileira Bliquis Evely. Foi adaptado por Ana Nogueira e com direção de Craig Gillespie. 

Este realizou o drama “Eu, Tonya (2017)” e o filme Disney “Cruella (2021)”. Eles vão além da origem da personagem, trazendo o luto vivido pela perda dos pais Zor-El (David Krumholtz) e Alura in-Ze (Emily Breecham). Durante a destruição de Krypton, conseguiram criar uma redoma que protegeu a capital, Argo City. O que eles não esperam que o mineral contido em sua superfície, causaria a morte dos sobreviventes. A mortal kryptonita. Zor-El encontra os planos de Jor-El. Construí uma capsula para Kara ir ao encontro de Clark na Terra. Aqui temos como ela e Krypto se conheceram. E confirmando as intenções de Jor-El ao enviar o filho até nosso planeta. Explicando a filha que ela terá os mesmos poderes. Só que ela deve usa-los com sabedoria e proteger os inocentes. 

Alura faz com que lhe prometa o mesmo em seu leito de morte. Justificando a raiva e a triste de Kara, já que prefere uma vida cheia de baladas. Milly exibe essa dor ao mesmo tempo, certo cinismo. Ao contrario de Clark, em breve participação de David Corenswet, que tentam se relacionar e convence-la a viver na Terra. A falta dos pais e do planeta natal, a fazem viajar pelo universo. Vivendo errante, tudo muda com Ruthye. Acendendo a chama do que é justo e certo dentro de si. Alcock é o principal destaque da película. Assim como em “A Casa do Dragão”, exibe muito carisma, com as fragilidades de Kara. Ressentida pela perda dos pais e como Krypto é sua boia de salvação emocional. 

Ciente dos seus poderes, há planeta com sol vermelho, assim se torna uma pessoa como você e eu. Apesar das habilidades de luta, não consegue derrotar seu rival de uma vez por todas. Isso é bem exemplificado na sequência no ônibus espacial de viagem. Ele é abortado pelas piratas espaciais Sklarian Raiders. Estão próximos de um sol amarelo, fazendo com que Kara lute contra elas sem seus poderes plenos. Mas quando ela se energiza com os primeiros raios solares, as derrotando facilmente. Assim como no primeiro encontro com Lobo. Feito por Jason Momoa. No confronto contra os Bandoleiros. Reintroduzido ao Universo DC, o ex-Aquaman carrega seu personagem cheio de sarcasmo e bom humor. Gillespie adotou o modo operatis de James Gunn em “Guardiões da Galáxia”. Pura aventura espacial, que traz as diferenças entre Kara e Clark. Como ela bem diz “Ele vê o bem em todos. E eu vejo a verdade”. AVISO AOS NAVEGANTES: Desta vez, não temos cenas pós-créditos.

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