A ficção cientifica sempre foi um gênero que vai além do espaço. Quando surge um filme sobre o tema, já imaginamos as viagens interestelares da Enterprise em “Jornada nas Estrelas”. Um dos maiores autores do gênero H, G. Wells nos trouxe o espaço para dentro de nosso planeta. No caso, “Guerra dos Mundos” em 1898. Que sua versão radiofônica pelo icônico cineasta Orson Welles em 1938. Ele narrou o conto tão intensamente que os ouvintes acreditaram na invasão extraterrestre em solo norte-americano. O livro ganhou sua versão cinematográfica em 1953 e a refilmagem em 2005 pelo mago Steven Spielberg.
Sem conta, as adaptações para a televisão como series. Como isso dito, temos o novo filme do canal das redes sociais “Máquina de Guerra (War Machine, 2026)”. Estrelado por Alan Ritchson (o Jack Reacher da série homônima no Prime Video), ele é o Soldado 81. Um soldado reformado que está se recuperando de um ataque sofrido no Afeganistão. Todo seu esquadrão foi atingido, ele é o único sobrevivente, Perdeu o irmão (Jai Courtney) que fazia parte dele e machucando gravemente seu joelho. Passados dos dois anos, ele é avaliado pelo Sargento Major Sheridan, com o veterano Dennis Quaid no papel, e o Primeiro Sargento Torres (Esai Moraes, “Missão Impossível: O Acerto Final, 2025)”. Para saberem se tem condições de voltar a campo.
Já que está emocionalmente ainda está abalado. 81 se recursou participar dos programas de recuperação. Mesmo assim, seus superiores o convocam para o exercício de graduação de um grupo de jovens soldados que desejam fazer parte do esquadrão Rangers. Sendo seu líder, eles devem verificar a queda de uma nave na floresta e verificar se há sobreviventes. Alertando que nos últimos dias, vários asteroides tem caído na Terra. Já no local, 81 e o esquadrão são atingidos por um raio vindo do céu e as comunicações são cortadas. Mais tarde, descobrem que a nave é uma máquina de guerra, que dá nome à película. Suspeitam que sua origem é extraterrestre, que os ataca impiedosamente.
Fazendo com que 81 e seu oficial de comando 7 (Stephen James) se refugiem. O que seria um exercício se torna uma batalha pela sobrevivência, com 81 e 7 lutando para derrotar a máquina, que se transforma num tanque praticamente indestrutível. Dai o mote inicial de “Máquina de Guerra”. Com direção de Patrick Hughes, a partir da sua história e com o auxilio do roteirista James Beaufort, nos trouxe um filme de ação aliado com o melhor do gênero scifi. Em determinados momentos, relembram “No Limite do Amanhã (2014)” e a franquia “Predador”. Já que estamos no meio da floresta, 81 e o pelotão precisam enfrentar a Máquina com o pouco armamento que lhe resta.
Ritchson empresta seu carisma para se tornar mais um astro do gênero filme de testosterona. Que marcou o mndo do cinema nos anos 80 e 90. Exemplificado pelo eterno Rocky Balboa / Rambo Sylvester Stallone e o exterminador do futuro Arnold Schwarzenegger. Já que o ator é puro musculo. O tenso terceiro ato de “´Máquina de Guerra” no confronto com o tanque comprova isso. Além de suspense crescente até a sequencia final, que pode sugerir uma continuação. Tendo como outra referência, a scifi com ares de “O Resgate do Soldado Ryan (1998)”, “Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles (2011)”.

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