Os irmãos Joe e Anthony Russo se destacaram ao dirigirem os filmes do herói Marvel Capitão América, “O Soldado Invernal (2014)” e “Guerra Civil (2016)”. E viraram o Universo Cinematográfico Marvel de cabeça para baixo com “Vingadores: Guerra Infinita (2018)” e “Vingadores Ultimato (2019)”. Para assim, produzem a minissérie de espionagem “Citadel (2023)”, a franquia “O Resgate” com o Thor Chris Hemsworth e nos trazem o thriller de ação “Agente Oculto (2022)”. Com dito isso, temos a aventura “O Refúgio (The Buff, 2026)”.
Produzido pelos Russo, com direção de Frank E. Flowers. Que divide o roteiro com Joe Ballarini. Eles nos trazem Ercell Bodden, vivido por Priyanka Chopra Jonas, uma mulher que vive pacificamente com o filho deficiente físico Isaac (Vedanten Naldoo) e a nora Lizzy (Safia Oakey-Green) na ilha caribenha, Cayman Brac. Eles aguardam a chegada do seu esposo, o capitão Theodor H. “TH” Bodden (Ismael Cruz Córdova). Eis que o passado de Ercell, vem à tona. O barco de TH é atacado por piratas. Liderados pelo nefasto capitão Francisco Connor, com o Billy Butcher Karl Urban no papel.
Ele está atrás de quem está de posse do ouro que lhe foi roubado. Já que TH está com uma barra, que tem a sua marca. E a responsável foi Ercell. Ela foi sua parceira na pirataria, era conhecida como “Blood Mary”. Ela foi treinada por Connor desde os doze anos. Para sobreviver, assumiu a persona de uma assassina sem alma e implacável. E na primeira chance que teve, fugiu com o ouro de Connor. Se encontrando com TH, descobre um modo para deixar essa vida de lado. Os dois se apaixonam e fixam residência em Cayman Brac. Porem, a paz de Ercell é quebrada. Connor e seus homens vão atras dela, tendo TH como moeda de troca.
Ao mesmo tempo, conseguir se vingar dela. Acompanhado pelo contramestre Lee, interpretado pelo Jango Fett Temuera Morrison. Assim temos a trama de “O Refúgio”. Uma película ao estilo de “Piratas do Caribe”, com menos financiamento e épico. Aqui a ação dita o tom. A personagem de Priyanka é de uma desenvoltura física de dar inveja ao incorruptível Ethan Hunt de Tom Cruise. Além da genialidade para criar armadilhas contra seus algozes. Lembrando o bom e velho John Rambo em sua franquia. Um ar de filme de capa e espada à moda antiga, com um grau de violência elevado. Mas que diverte em seus 103 minutos, com Karl excelente como vilão canastrão e o carisma de Jonas. Que repete a boa parceria com os Russo, iniciada em “Citadel”.

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