Desde 2011, o catalogo de um dos maiores grupos do rock vem sendo revisado. Estamos falando do Queen. Formado pelo carismático vocalista Freddie Mercury, o guitar hero Brian May, o batera Roger Taylor e o recluso John Deacon no contrabaixo. Eles fizeram história ao mesclar o mais puro rock inglês com pitadas de música clássica, jazz, soul e blues. Com isso dito, o Queen relançou toda sua discografia remasterizada no ano mencionado. Adicionando material até em inédita como a canção “Feelings Feelings” e os famosos B sides de singles como “I Go Crazy”. Para saber maia no link: https://cyroay72.blogspot.com/2011/11/ha-20-anos-uma-estrela-se-apagava-ha-40.html
Mais recentemente a carreira solo de seus integrantes também foram revistadas. Como a de May, com o relançamento dos álbuns “Star Freet Project (1983)”, “Back to the Light (1992)” e “Another World (1998)”. Comentamos no link: https://cyroay72.blogspot.com/2022/11/o-guitar-hero-brian-may-queen-em.html. Agora é a vez de Freddie. Que teve lançado em 2000, um box monstruoso chamado “The Freddie Mercury Solo Collection”. Depois disso, nada mais foi liberado. Já em 2016 tivemos a coletânea “Messenger of the Gods: The Singles”. Além de sucessos como "I Was Born to Love You”, veio com um CD bônus com Lados B como “Stop All The Fighting”. Discutimos no link: https://cyroay72.blogspot.com/2016/11/freddie-mercury-messenger-of-gods.html
Seus discos “Mr. Bad Guy (1985)” e “Barcelona (1992)”, este gravada com a diva Montserrat Caballe, também ganharam edições remasterizadas. Além da coletânea “Never Boring” em 2019. Esta tem com o atrativo da versão Voz & Piano de “Time Waits For No One”. Falamos no link: https://cyroay72.blogspot.com/2021/09/se-estivesse-vivo-freddie-mercury.html. No final do ano passado, tivemos a edição que celebrava os 40 anos de “Mr. Bad Guy”. Lançado originalmente em 29 de abril de 1985. Uma caprichada edição exclusiva em vinil, que traz a primeira incursão de Freddie sem seus parceiros de banda. A expectativa era alta, já que ele notabilizou por composições como a icônica “Bohemian Rhapsody” e a romântica “Love of my Life”.
Mercury queria algo totalmente diferente do que fazia ao lado de Brian, Roger e John. Trouxe um álbum que reflete a música pop nos anos 80. Com pitadas soul, funk e disco. Trazendo hinos para a comunidade LGBTQIA+ como “I Was Born to Love You” e “Living on my Own”. Exibindo toda sua criatividade. Ele não fica preso ao gênero que se destacou mundialmente. Exemplificado com “Let’s Turn It On”, “Made in Heaven”, “Foolin’ Around”, as baladas “There Must Be More To Life Than This” e “Love Me There’s No Tomorrow". O trabalho de remasterização feito por Justin Shirley-Smith, Joshua J. Macrae & Kris Fredriksson, que tiveram total acesso ao material, oferece toda a potência da voz de Freddie.

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