O
que não poder ser falado sobre Woody
Allen, é que não ele gosta de trabalhar. Sempre ativo, lançando um filme
por ano e já engatilhando outro para o ano que vem. Agora temos o romance de
época, “Magia ao Luar (Magic in the
Moonlight, 2014)”. Estrelado o rei gago Colin Firth (Oscar de Melhor Ator por “O Discurso do Rei, 2010”) e nova Gwen Stacy do Aranhaverso Emma Stone. Aqui eles são Stanley e Sophie, respectivamente. Ele
faz um magico chinês e que de vez em quando, é chamado para desmascarar
pretensos médiuns e afins. Ela é uma jovem com talentos psíquicos.
Estamos
em Cotê d’Azur, na Riviera Francesa, no ano de 1928. Sophie, uma menina de
origem humilde, que impressiona o milionário trapalhão Brice (Hamish Linklater) que a leva para alta
roda da sociedade da época, ao impressiona-lo com seus dons. Assim, Stanley é
chamado para descobrir se Sophie é uma farsa ou não. A cada encontro, ele se
encanta com a simplicidade da moça. Sem contar seu carisma, que o pega de
jeito. Ao mesmo tempo, Sophie se apaixona por Stanley.
Personagens bem construídos e um roteiro que sabe
equilibrar drama, romance e humor na medida certa. E graças à ótima química do
casal Firth & Stone, a película
ganha um atrativo a mais. Destacando também a excelente cenografia realçada
pelo ótimo trabalho do diretor de fotografia Darius Khondji. Sem deixar de mencionar o figurino, um deslumbre. E
como bom jazzista, Allen capricha ao
colocar o melhor do jazz daqueles anos dourados no decorrer de “Magia
ao Luar”.



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