Principal estreia nas salas de cinema do último final de semana, temos “A Invasão na Casa Branca (Olympus Has Fallen, 2013)”, dirigida por Antoine Fuqua de “Dia de Treinamento (2001)” & “Rei Arthur (2004)”. Trazendo o retorno de Gerard Butler ao gênero de filmes de ação e com a participação de Aaron Eckhart (“Batman: O Cavaleiro das Trevas, 2008”), Morgan Freeman (“Invictus, 2009”), Ashley Judd (“O Fada dos Dentes, 2010”), Angela Bassett (a eterna Tina Turner da telona) e Rick Yune (“007: Um Novo Dia para Morrer, 2002”). Butler é Mike Banning, um agente do serviço secreto americano que protege o Presidente Asher (Eckhart), onde possuem uma boa relação de amizade, até que acontece um incidente que a abala. Na ida a um evento do partido, o carro presidencial derrapa na ponte em meio ao gelo do inverno americano. Banning consegue salvar Asher e seu filho Connor (Finley Jacobsen), mas quando vai ao encalço da primeira dama Margareth (Judd). O carro cai da ponte.
Isso o abala pessoalmente, fazendo que se afaste da segurança presidencial e se torne um funcionário que trabalha na secretaria do Tesouro americano, próxima à Casa Branca. Que está recebendo uma comitiva do governo da Coréia do Sul para discutir sobre uma possível invasão a Seul pelos seus vizinhos comunistas, conhecida popularmente, como Coréia do Norte. A tranquilidade do encontro é abalada com o vôo de um bombardeiro em meio a capital americana, Washington. Carros, prédios e monumentos históricos são destruídos até chegar a Casa Branca (uma clara referência aos atentados do 11 de Setembro). E abrindo caminho para um ataque terrestre, onde o portão principal da residente presidencial é implodido e todos que tentam detê-los alvejados. Próximo dali está Mike, que se prontifica a resgatar o Presidente americano contra a “Invasão na Casa Branca” imposta pelos norte-coreanos, liderados pelo terrorista Kang (Yune). Com um celular, ele consegue se comunicar com Lynne Jacobs (Bassett), sua colega do serviço secreto, que o coloca em contato com Allan Trumbull (Freeman), representante da Casa Branca e por causa do ataque se torna o Presidente em exercício.
Com a política de não negociar com terroristas, Trumbull pede a Mike fazer o que puder para salvar o Presidente Asher. Comparado à “Duro de Matar”, a película tem suas referências muito por causa do personagem de Butler resolver tudo na melhor forma John McClane. Mas isso não tira o brilho de “Invasão a Casa Branca”, que em meio a explosões, tiros, socos e chutes para todos os lados, têm seu valor como divertimento descompromissado na tela grande. Onde os coadjuvantes de luxo como Freeman, Bassett e Eckhart dão sustento à trama mirolante de “Invasão a Casa Branca” e se vê um Butler bem à vontade no papel de salvador da pátria. NOTA PESSOAL: Se cresceu vendo filmes de ação dos anos 80 como "Rambo", "Comando para Matar" e mesmo a série "Duro de Matar". "Invasão a Casa Branca" está mais para "Braddock" e "Invasão USA" do saudoso Chuck Norris, onde a semelhança entre Butler e ele fica evidente.

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