Em 2025, Danny Boyle e Alex Garland retomaram a parceria iniciada em 2002 com “Extermínio”. A dupla nos trouxe como seria o apocalipse zumbi na terra do agora rei Charles. Uma praga que infectou a população, a partir do ponto de vista do então jovem Jim, feito por Cillian Murphy. Que sobreviveu a ele, após 28 dias do seu início. Dai o titulo original “28 Days Later”. Assim chegamos a “Extermínio: A Evolução (28 Years Later)”, com o pós da pandemia. A ilha britânica isolada do resto do mundo. As maiores potencias do mundo, criaram um perímetro ao seu redor. Para evitar que o vírus se espalhe mundialmente. Conhecemos o cotidiano do jovem Spike (Alfie Williams) que ao completar doze anos, deve sair do seu lar para conhecer como é o exterior.
No caso, a terra que nasceu já não é mais como antes. Acompanhado pelo pai Jamie (Aaron Taylor-Johnson), ele vê uma oportunidade para salvar a mãe Isla (Jodie Comer). Que está sofrendo de uma doença terminal. De longe, Spike vê uma luz e a pessoa que a acendeu, Ian Kelson (Ralph Fiennes). Acreditando que ele é um sábio e pode ajuda-la. Para saber mais no link: https://cyroay72.blogspot.com/2025/10/a-franquia-exterminio-se-expande-em.html. Daí chegamos à “Extermínio: O Templo dos Ossos (28 Years Later: The Bone Temple, 2026)”. Partindo do ponto que encerrou “A Evolução”, com Alfie se juntando a gangue de Jimmy Crystal, feito por Jack O’Connell (“Os Pecadores, 2025”). Liderando jovens que levam seu nome como Jimmy Ink (Erin Kellyman) e Jimmima (Emma Laird). Eles percorrem o que restou da Inglaterra, caçando infectados e invadindo locais com sobreviventes.
Que são assassinados com requintes de crueldade ao seu bel-prazer. Em meio a isso, Kelson continua suas pesquisas para curar os infectados. Um deles se aproximam, o Alfa (Chi Lewis-Parry). Um homem grande e musculoso, já no primeiro contato é atingido por uma injeção de morfina de Kelson. Consegue acalma-lo, percebe que o padrão mudou. Passa a chama-lo de Sansão e ele está calmo. Trocam olhares, Kelson não é atacado. Assim somos apresentados a trama escrita por Alex Garland, com direção de Nia DaCosta. Ela realizou o reboot do terror anos 90 “Candyman (2021)” e “As Marvels (2023)” no UCM. Boyle retorna como produtor. Nia nos traz sua visão à franquia.
Aqui dividida em duas frentes. A loucura da gangue de Jimmy e o desconforto de Spike, agora também chamado de Jimmy. A insanidade é o normal para eles. Simulando ser um líder religioso, Crystal diz que seus atos são comandados pelo velho Nick. Enquanto isso, Kelson se aproxima de Sansão, descobrindo mais do que imaginava. Acompanhado pelo fundo musical do Duran Duran com as canções “Rio”, “Girls on Film (esta cantada por Fiennes)” e “Ordinary World”. A última ganha mais ênfase, representando a esperança perdida que Ian tanto buscava. Já com o clássico metal “The Number of the Beast” do Iron Maiden. Kelson exibe toda a loucura instalada na Inglaterra é o colapso da então sociedade. Num ato final intenso, unindo os filmes da franquia.
Dá o tom
do que está por vir. Seguindo uma tradição recente, com a famigerada cena pós créditos. Estamos no interior inglês. Se vê um chalé insolado e uma jovem estudando. Seu nome
é Sam (Maiya Eastmond) e um velho conhecido. Cillian Murphy está
de volta como Jim e pai da jovem. Discutem sobre seus estudos, ela ouve um som à
distância. Spike e Ink são perseguidos por infectados. Questionando o pai se irão
ajuda-lo ou não. Jim responde que sim e daí a tela escurece. Deixando claro que
o futuro é incerto. Mas faz uma reflexão sobre como a humanidade lida quando
está sob pressão extrema. O surgimento de falsos profetas e a falência da sociedade como bem conhecemos.

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