Desde 2022, o Rei do Rock Elvis Presley vem marcando presença na sétima arte. A partir da cinebiografia dirigida pelo eloquente Baz Luhrmann “Elvis”. Que trouxe sua visão sobre a vida e a obra de Presley. Aqui ele é encarnado pelo jovem Austin Butler que caiu como uma luva no papel. Há uma certa semelhança física, mas o destaque fica para sua dedicação ao vive-lo. Desde trejeitos até o modo para falar, Austin encantou a todos. Para saber mais no link: https://cyroay72.blogspot.com/2022/07/o-rei-do-rock-elvis-presley-pelo-olhar.html. Já em 2024 tivemos a visão da companheira de Elvis, Priscilla com o filme homônimo dirigido por Sofia Coppola. Comentamos no link: https://cyroay72.blogspot.com/2024/01/priscilla-por-sofia-coppola.html
Luhrmann retoma sua visão sobre o Rei do Rock com “EPIC: Elvis Presley In Concert (2026)”. Focando no momento em que Elvis realizou uma série de shows em Las Vegas. Enquanto no filme, está fase é mostrada como uma virada na carreira de Elvis. Aqui mais detalhes como foi o início da sua residência no International Hotel (hoje é conhecido como Westgate Hotel & Casino) e intercalando com a pequena turnê que ele realizou nos EUA. Aproveitando sequencias dos documentários “Elvis É Assim (1970)” e “Elvis on Tour (1972)”. Onde Baz conseguiu captar imagens até então inéditas dos ensaios no MGM Studios em Los Angeles. Somado aos bastidores dos shows com a presença de celebridades como Sammy Davis Jr, e Cary Grant.
Recuperando uma performance gospel de “How Great Thou Art”, em 16mm, de baixa qualidade em preto e branco. Isso graças a Peter Jackson e sua equipe, a mesma que recuperou os arquivos dos Beatles, para a série documental “Get Back (2021)”. Além de restaurar o documentário “Let It Be (1970)” em 2024. Assim temos um retrato honesto sobre o cotidiano de Elvis durante a residência em Las Vegas e nos shows pelo país. Na época, fazíamos treze anos que ele não se apresentava ao vivo. Captando imagens quando se tornou o Rei do Rock nos anos 50 e a convocação para servir o exército norte-americano.
De volta aos anos 70, o próprio comentando sua alegria de compartilhar este momento com os fãs. Um artista completo que sabia das suas responsáveis. Dar o melhor de si em cima do palco. O respeito por aqueles que o admiram. Traçando um retrato sincero sobre sua persona. Exaltando à atuação de Austin, como entrou de corpo e alma no papel. Baz disse em entrevista que ele e sua equipe encontraram gravações do próprio Elvis “contando sua própria história”. Durante as pesquisas na pré-produção da película. Isso o impulsionou a dar continuidade ao seu olhar sobre Elvis Aaron Presley.

Comentários
Postar um comentário