Nos últimos anos, o gênero filme catástrofe ganhou um novo folego com Roland Emmerich com a franquia “ID4: Independence Day” em 1996 e 2016. Além da scifi “O Dia Depois de Amanhã (2004)”, o apocalíptico “2012 (2009)” e Moonfall: A Ameaça Lunar (2022)”. Em 2020, ano da pandemia do coronavírus, o incansável Gerard Butler nos trouxe “Destruição Final: O Último Refúgio”. Uma aventura em que projeteis do cometa Clarke atingiam a Terra, causando danos irreversíveis ao planeta. Butler é John Garrity ao lado da esposa Alison (Morena Baccari) e o filho Nathan (Roger Dale Floyd) buscam chegar ao bunker projetado para tal acontecimento. Eles precisam atravessar os EUA, para ir até a Groelândia. Comentamos no link: https://cyroay72.blogspot.com/2022/02/gerard-butler-em-destruicao-final-o.html
Passados cinco anos, estamos de volta ao mundo devastado, com a segunda parte estreando nas melhores salas de cinema da sua cidade, em “Destruição Final 2 (Greenland 2: Migration, 2026)”. Agora a família Garrity e os poucos sobreviventes vivem num bunker com seus recursos se esvaindo. Como água potável e mantimentos. O planeta se tornou um perigo ambulante. Atmosfera com ar toxico, abalos sísmicos e tempestades elétricas. Até que num dos eventos, o bunker é fortemente atingido. Fazendo com que os Garrity saiam de lá e descobrem que os poucos sobreviventes, fora dele, criam sociedades violentas. O que restou de Londres e Paris surgem no caminho deles. Incluindo um rumor que há um local em que a humanidade pode sobreviver como antes. A cratera do Clarke surgida no Golfo do Leão, próxima ao Mar do Mediterrâneo. Com ar limpo e protegido do clima extremo e instabilidade geológica.
Fazendo com que John, Alison e Nathan tentem chegar ao seu novo lar. Assim temos o mote inicial de “Destruição Final 2”. Com Ric Roman Waugh de volta à cadeira de diretor, com roteiro escrito por Chris Sparling & Mitchell LaForturne. Eles nos trazem uma perspectiva pouco vista nos filmes do gênero. O pós dos eventos extremos vivenciados no primeiro filme. O colapso da sociedade e a abundância de recursos se torna uma luta até a morte pelo pouco que restou. E fortalecendo o amor da família representado por Butler, Bacarin e Roman Griffin Davis (“Jojo Rabbit, 2019”). Este último substituindo Roger Dale. A união e a resiliência dos três dão o tom da película. Os apuros que passam, ao rumarem para o que pode ser um novo recomeço. A jornada deles é intercalada com boas sequencias de ação recheadas de suspense. Ao final, fica a pergunta: “O que o futuro reserva para os Garritys?”

Comentários
Postar um comentário