Desde que a DC criou seu Universo Estendido para competir com o Universo Cinematográfico Marvel, ele vem apresentando altos e baixos. Desde o controverso “Homem de Aço (2013)”, passando pelos duvidosos “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça (2016)” e “Liga da Justiça (2017)” e chegando a sucessos arrasadores com “Mulher-Maravilha (2017)”, “Aquaman (2018)” e mais recentemente com “Shazam (2019)” e “Coringa (2019)”. Em meio a isso, tivemos o filme que traz os vilões se transformando em heróis, “Esquadrão Suicida (2016)”. Estrelado por Will Smith como Atirador e bela Margot Robbie é Arlequina, a namorada do palhaço do crime Coringa. Este chamou atenção por dois motivos: O primeiro, Robbie é o principal destaque. Caindo como uma luva no papel e o segundo (negativo) Jared Leto interpretou o Coringa. Por isso, a DC apostou em um filme focado na personagem de Margot, “Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa (Birds of Prey (and the Fantabulous Emancipation of Harley Quinn), 2020)”. Com direção de Cathy Yan e roteiro de Christina Hodson a partir dos personagens criados por Jordan B. Gorfinkel & Chuck Dixon. Já Arquelina por Paul Dini & Bruce Timm. As duas nos trazem uma Arlequina (Robbie) em depressão por causa do rompimento com o Coringa. No melhor estilo fossa, morando num minúsculo apartamento se enche de comida e comedias românticas na TV. Curte a vida noturna de Gotham City na boate de Roman Sionis (o cavaleiro jedi Ewan McGregor). O novo rei do crime na cidade, já que o Coringa está desaparecido. Ele assume o manto como o vilão Máscara Negra. Em meio a isso, temos a jovem cantora da boate Dinah Lance (Jurnee Smollett-Bell). Que mais tarde se tornará a vigilante Canário Negro. A detetive Renee Montoya (a veterana Rosie Perez) que busca constituir provas para prender Sionis e uma justiceira que se intitula como Caçadora (a filha do duro de matar John McClane Mary Elisabeth Winstead), que possui um passado obscuro. O caminho de todas elas se cruzará quando a jovem órfã Cassandra Cain (Ella Jay Brasco), uma hábil batedora de carteira, roubar um item valioso para Roman que estava em posse do homem de confiança dele, o assassino serial Victor Zsasz (Chris Messina). Dai o mote para “Aves de Rapina”. O roteiro de Hodson é regido pela tresloucada mente da Arlequina. Contando sua história diretamente para o publico. Bem como o sarcástico Wade Wilson (Ryan Reynolds) na franquia do anti-herói Deadpool. Um exemplo: o momento em que Arlequina descreve o preparo do seu café da manhã favorito, pão com ovo. Ou nos flashbacks, para explicar como encontrou suas futuras parceiras para depois entrar na linha do tempo até o ato final quando confrontam Mascara Negra e sua gang. Yan mostra a que veio, mesclando perfeitamente a loucura de Arlequina como ótimas sequencias de ação e humor na hora certa. Destaque mais uma vez para a atuação de Margot. Com mais tempo em cena, ela exibe porque foi a escolha certa para o papel. Onde a beleza dela se une perfeitamente a insanidade da personagem. E exibindo uma boa química com as meninas, em especial Ella. Ewan bem à vontade no papel de vilão caricato e é visível que está se divertindo. Cathy & Christina nos trazem uma película que legitima a expressão “Girl Power” em todos os sentidos dela possam existir. DICA: seguindo a tradição do UCM, há uma cena pós-crédito. Na verdade, uma fala pós-crédito. Onde Arlequina, diz ao espectador o que ele ainda está na sala de cinema (lembrando a sequencia que vimos num clássico filme dos anos 80) e que sabe a verdadeira identidade do Homem-Morcego.
O que acontece quando estamos no nosso limite físico e mental? Por exemplo, sua filha não está se alimentando direito, sendo necessário uma bolsa para poder sobreviver. Além de se cuidar e dar atenção para outras pessoas. No caso, ela é uma psicoterapeuta; somada a distância do marido, que trabalha fora do país. Sem contar os imprevistos, o apartamento que a família aluga, é inundado. Já que o vizinho do andar de cima, o cano da água estourou. Uma situação que pode levar qualquer um à loucura. É assim que conhecemos Linda, vivida por Rose Byrne (“ Missão Madrinha de Casamento , 2011”). Ela lidera o elenco do drama “ Se Eu Tivesse Pernas , Te Chutaria ( If I Had Legs I’d Kick You , 2025) ”. Escrito e dirigido por Mary Bronstein , ela nos leva ao caótico cotidiano de Linda. Desde o tratamento da filha ( Delaney Quinn ), que faz uso de uma bolsa para se alimentar. Ela precisa ganhar peso, para poder ingerir comida de verdade. E voltar a ter uma vida normal. Enquanto isso, tenta seguir...

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