O ator que torna possível o impossível está de volta. No caso, estamos falando de Tom Cruise. Ele deixa de lado o jeito de Ethan Hunt de ser para retomar o personagem que trouxe dos livros de espionagem de Lee Child, Jack Reacher. Agora temos o segundo filme da franquia, “Jack Reacher: Sem Retorno (Jack Reacher: Never Go Back, 2016)”. Ela foi iniciada em 2012 com “Jack Reacher: O Último Tiro”. Para saber mais no link: http://cyroay72.blogspot.com.br/2013/01/tom-cruise-e-jack-reacher-em-o-ultimo.html#!/2013/01/tom-cruise-e-jack-reacher-em-o-ultimo.html. Voltando a trabalhar com Edward Zwick, com quem fez no épico “O Último Samurai (2003)”. Aqui Reacher está retornando à base militar que pediu baixa, para conhecer a major Susan Turner (Cobie Smulders, a Maria Hill do Universo Cinematográfico Marvel). Ele a ajudou num caso para o exercito, mas nunca se viram pessoalmente. Só conversaram por telefone até então.
Chegando lá, descobre que ela foi presa por espionagem. E pode ser sentenciada à pena de morte. Reacher fica intrigado com o caso, descobre também que teve uma filha num passado distante. Desconhecendo o ocorrido, vai atrás dela. Ela se chama Samantha Dayton (Danika Yarosh) e tem 15 anos. Repara que a jovem possui algumas características suas. Perspicácia e raciocínio rápido. Junto a isso, é seguido de perto por pessoas que não desejam que ele descubra a verdade dos fatos e inocentando Turner. Encontrando-a mais tarde na prisão do exercito e a libertando. Dai temos uma corrida contra tempo, onde ambos tentam encontrar respostas para tentar entender o que ocorreu. Com eles, Samantha por sua suposta relação familiar com Jack pode estar correndo risco de vida.
Com uma trama relativamente simples, vemos Jack exibindo o físico e a agilidade do primeiro filme. Ao contrario deste, sua história tem mais sequencias de ação e explosões, com Cruise exibindo a desenvoltura e atitude das suas missões impossíveis. Com um adendo. Sem o auxilio da tecnologia ou de seus parceiros de cena. É tudo feito na raça, em especialmente no ato final de “Sem Retorno” em uma luta corporal de tirar o folego com o assassino contratado, aqui chamado simplemente “O Caçador (Patrick Heusinger)”.


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