Do outro lado, temos os sobreviventes do britpop, os galeses do Stereophonics. Com Kelly Jones (vocais & guitarra), Richard Jones (contrabaixo), Javier Weyler (bateria) & Adam Zindani (guitarra). É o último álbum com participação de Weyler que saiu da banda, sem maiores explicações. O novo batera é Jamie Morrison. Agora eles soltam “Graffiti on the Train (2013)” seu oitavo álbum. Já começa muito bem com a vibrante “We Share the Same Sun”. Seguida da bela balada psicodélica que dá título ao disco, “Graffiti on the Train”. Na sequência, vem o pop rock doce de “Indian Summer”. Os destaques ficam para o blues sujo e pesado de “Been Caught Cheating”, com a voz rasgante de Jones e inspirado em Amy Winehouse, nas palavras do próprio. “Violins & Tambourines”, uma homenagem ao baterista original e fundador dos Stereophonics Stuart Cable, falecido em 2010.
Saindo por aqui os
novos álbuns do Beady Eye e Stereophonics. O Beady Eye, banda liderada pelo ex-vocalista do Oasis Liam Gallagher e formada pelos
guitarristas Gem Archer & Andy Bell,
mais o baterista Chris Sharrock. Eles
estão lançando seu segundo disco chamado simplesmente “BE (2013)”, um titulo com duplo sentido. “BE” por ser a tradução para “seja você mesmo” ou a sigla do nome do
grupo. Para tocar o contrabaixo nos shows foi chamado Jay Mehler (Kasabian). “BE” segue a linha musical iniciada no primeiro disco deles, “Different
Gear, Still Speeding (2011)”. Tentando sair da sombra do Oasis, Liam aposta em
um som com mais rock’n’roll acrescido de metais, cordas e um som mais acústico.
Os
destaques ficam para os singles “Flick of
the Finger (com alguns resquícios de Oasis)” e a poderosa “Second Bite of the Apple”, que ratifica
a busca musical de Liam por uma
identidade própria. “Don’t Brother Me”,
uma daquelas canções, como nos tempos do Oasis, que cita os quatro rapazes de
Liverpool e um recado indireto para o irmão Noel (talvez?!). “Shine A Light”, outra citação (Rolling
Stones) onde seu título já diz tudo.
“BE” saiu por aqui como a edição especial lá fora com o acréscimo de quatro faixas bônus. São elas: “Dreaming of Some Space”, “The World’s Not Set in Stone”, “Back After the Break” & “Off at the Next Exit”.É um álbum que vale o
investimento. Por apostar em uma proposta musical recheada de referências. Que vão do
melhor rock inglês de outros tempos junto à procura deles por uma sonoridade que
não lembre o Oasis.
BEADY EYE – BE
Flick of the Finger
Soul
Love
Face
the Crowd
Second
Bite of the Apple
Soon
Come Tomorrow
Iz
Rite
I’m
Just Saying
Don’t
Brother Me
Shine
a Light
Ballroom
Figured
Start
Anew
Dreaming
of Some Space
The
World’s Not Set in Stone
Back
After The Break
Off At The Next Exit
É um disco simples e
direto. Para aqueles que conhecem a sonoridade dos Stereophonics, eles não costumam se repetir. A melancolia e
tristeza pontuam em suas canções. A harmonia delas fica mais em evidência com
arranjo de cordas e uma dedilhada mais acústica. A aqueles que não estão familiarizados
com o som do grupo, vale dar uma conferida.
STEREOPHONICS – GRAFFITI ON THE TRAIN
We Share The Same Sun
Graffiti on the Train
Indian Summer
Take Me
Catacomb
Roll the Dice
Violins & Tambourines
Been Caught Cheating
In A Moment
No One’s Perfect




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